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casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

casal mistério

Ele cozinha, ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo.

o que os portugueses comiam no natal há 100 anos

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Está a ver aquela posta alta e deliciosa de bacalhau cozido com couves, cenouras, batatas e muito azeite por cima? No início do século XX, isso era coisa que só existia no Norte do país. Do Porto para baixo, a véspera de Natal era passada no mais rígido e rigoroso jejum. A partir do início do Advento, as famílias faziam jejum de carne e, na véspera de Natal, no Sul do país, era jejum total até à Missa do Galo.

A tradição é recordada por Maria de Lourdes Modesto num artigo publicado no jornal Público, em 2009. A maior especialista em comida portuguesa lembra-se que, na década de 30, depois da missa tinha finalmente direito a comer qualquer coisa – e normalmente os pais serviam um doce para quebrar o jejum. No dia 25, então, era servido um almoço completo e, no Alentejo, onde vivia com a família, era sempre porco – peru nem vê-lo. 

No Funchal, a tradição também era a do jejum na véspera e a do porco no Dia de Natal. De madrugada, depois da Missa do Galo, era servida uma canja e um cálice de vinho. Na verdade, a festa só começava depois da missa.

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Hoje em dia, a ceia da véspera de Natal tem tanta importância como o almoço de dia 25. Mas, há 100 anos, era coisa que existia essencialmente no Norte do País, acima do Porto. Aí, sim, havia uma tradição de jantar em família, com bacalhau – cozido ou em pastéis –, polvo guisado, arroz de polvo ou outros pratos sem carne. Na véspera de Natal, a família reunia-se à mesa para celebrar a festa em conjunto. E Missa do Galo não existia na região.

 

 

donuts de oreo, o presente que fará qualquer criança feliz este natal

E se, em vez de deixar durante a noite para o Pai Natal as bolachinhas e o copo de leite do costume, fizer uns deliciosos donuts de Oreo? Confesse lá, na noite da consoada, o velhinho das barbas brancas merece, não acha? Aliás, todos nós merecemos. É uma espécie de recompensa pelo esforço e pela azáfama dos últimos dias. E as crianças vão delirar, porque o Pai Natal não vai conseguir comer tudo e a manhã de Natal vai ser ainda mais divertida e alegre (e calórica, é certo, mas nesta época não se pensa em dietas). Esta incrível receita que descobri no blog Broma Bakery só demora 30 minutos a fazer. Tem é de ter em casa uma forma para donuts…

Só precisa, para a massa dos donuts, de farinha, cacau em pó, açúcar mascavado, bicarbonato de sódio, fermento, sal, um ovo, leite, óleo vegetal, vinagre de vinho branco, extrato de baunilha e Oreo raladas. Para a cobertura, tem de comprar queijo creme, leite, açúcar em pó e voltar a usar o extrato de baunilha e mais Oreo raladas. Se quiser saber as quantidades certas de cada ingrediente, para 8 a 9 donuts, espreite aqui a receita original.

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